Documentos da CVM ligam Forbes Brasil a fundo do Banco Master
Registros apontam que a Forbes Brasil teria um sócio oculto ligado à gestora Reag, alvo de investigações por lavagem de dinheiro.
Pontos principais
- A FRBS Participações, detentora da marca Forbes Brasil, aparece vinculada ao fundo Eagle Eye Investments em documentos da CVM.
- O fundo Eagle Eye era administrado pela Reag Investimentos, gestora sob investigação da Polícia Federal por suposta lavagem de dinheiro.
- Investigações sugerem que a estrutura da Reag era utilizada para ocultar beneficiários finais de recursos ilícitos.
- O senador Fabiano Contarato solicitou a quebra de sigilo da Reag e de seu fundador, João Carlos Mansur, na CPI do Crime Organizado.
- A Forbes Brasil nega a existência de sócios ocultos e afirma que a empresa pertence exclusivamente a Antonio e Katarina Camarotti.
Documentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) indicam uma possível conexão entre a FRBS Participações, empresa que detém a marca Forbes Brasil, e o fundo Eagle Eye Investments. O fundo, ligado ao Banco Master e à gestora Reag Investimentos, é alvo de investigações da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro e vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo as autoridades, a estrutura da gestora teria sido utilizada para mascarar a identidade de beneficiários finais de recursos de origem ilícita. Diante das revelações, o senador Fabiano Contarato solicitou a quebra de sigilo da Reag e de seu fundador, João Carlos Mansur, no âmbito da CPI do Crime Organizado. Em resposta às acusações, a Forbes Brasil refutou a existência de sócios ocultos, sustentando que a propriedade da companhia é restrita a Antonio e Katarina Camarotti.
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