A entidade espera um aumento de 56% na receita, enquanto cidades-sede enfrentam altos custos de infraestrutura sem participação direta nos lucros.
A FIFA estima um faturamento recorde de US$ 10,9 bilhões para a próxima Copa do Mundo, consolidando um salto de 56% em relação aos ganhos da edição anterior. Apesar dos números expressivos, o modelo de negócio impõe desafios financeiros significativos para as cidades-sede. Embora o evento atraia visibilidade global, os municípios e gestores de estádios não possuem participação direta nas receitas geradas pela venda de ingressos ou pelos contratos de patrocínio da entidade. Consequentemente, as cidades precisam arcar com investimentos pesados em infraestrutura e modernização de arenas para atender às exigências da FIFA. Mesmo diante dos elevados custos operacionais e dos impactos logísticos, a disputa para sediar partidas do torneio permanece intensa, impulsionada pela expectativa de movimentação econômica local e pelo prestígio associado ao evento esportivo de maior alcance no mundo.
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