A expansão do torneio para 48 seleções e o mercado norte-americano elevam as projeções financeiras da FIFA para um patamar inédito.
A FIFA estima que a Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, gere uma receita sem precedentes de US$ 13 bilhões. O crescimento financeiro é impulsionado pela reestruturação do torneio, que passou de 32 para 48 seleções, resultando em um aumento significativo no número de partidas, que saltou de 64 para 104. Esse incremento no volume de jogos, aliado a contratos recordes de direitos de transmissão e patrocínios globais, consolida o evento como uma das maiores operações comerciais do esporte mundial. Apesar do sucesso financeiro, o modelo de gestão enfrenta desafios, incluindo investigações sobre a precificação de ingressos para a final e críticas de governos locais sobre a distribuição dos custos de infraestrutura, que recaem sobre as cidades-sede sem contrapartida direta na arrecadação de bilheteria.
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