A Fifa elevou a premiação e os repasses financeiros para a Copa do Mundo de 2026 para quase US$ 900 milhões, em meio a projeções de receita recorde de US$ 13 bilhões.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou um aumento significativo na premiação e nos repasses financeiros para a Copa do Mundo de 2026, totalizando quase US$ 900 milhões. A decisão foi tomada após queixas das federações-membro sobre os altos custos de viagem, impostos e despesas operacionais para participar do torneio. O valor inicial de US$ 727 milhões foi elevado para US$ 871 milhões, visando aliviar a carga financeira sobre as seleções. Entre as mudanças, a verba para custos de preparação por seleção classificada subiu de US$ 1,5 milhão para US$ 2,5 milhões, e o pagamento pela classificação foi elevado de US$ 9 milhões para US$ 10 milhões.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou que a entidade está em sua posição financeira mais sólida, o que permite auxiliar as associações-membro. A Copa do Mundo de 2026, sediada nos EUA, México e Canadá, é projetada para ser o evento esportivo mais lucrativo da história, com a Fifa estimando gerar US$ 13 bilhões em receitas no ciclo quadrienal do torneio. Quase US$ 9 bilhões dessa receita devem ser gerados apenas no ano do evento.
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