A fintech foi incluída em execução judicial de R$ 2 milhões ligada a um esquema de pirâmide financeira do grupo GR Canis Majoris.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a inclusão da fintech QI Tech em um processo de execução que supera R$ 2 milhões, relacionado a um esquema de pirâmide financeira operado pelo grupo GR Canis Majoris. A decisão da 22ª Câmara de Direito Privado aplicou a teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica, autorizando o bloqueio cautelar de ativos da empresa para garantir o ressarcimento de investidores lesados. Este é um dos sete processos judiciais movidos contra o grupo econômico no estado.
A QI Tech sustenta que sua atuação no mercado se restringe ao fornecimento de infraestrutura de Banking as a Service, negando qualquer responsabilidade ou vínculo com as operações fraudulentas do grupo. Enquanto enfrenta o litígio, a fintech segue com planos de expansão, incluindo a possível compra de ativos da Arandu. A companhia informou que recorrerá da decisão judicial.
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