Iniciativa da USP promove atividades físicas em grupo para retardar perdas cognitivas e melhorar a qualidade de vida de pacientes com Alzheimer.
Um projeto desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP) tem utilizado a prática de exercícios físicos em grupo como uma estratégia complementar no tratamento de pacientes diagnosticados com Alzheimer. A iniciativa foca na preservação das funções cognitivas e na redução das perdas funcionais típicas da doença, destacando a importância de abordagens não farmacológicas no cuidado neurodegenerativo. Além dos benefícios motores, o programa ressalta o papel fundamental da socialização no bem-estar emocional dos participantes. Com o suporte de uma equipe multidisciplinar, o projeto demonstra como a ciência pode oferecer alternativas eficazes para melhorar a qualidade de vida e a autonomia de pessoas que enfrentam o declínio cognitivo, reforçando a necessidade de intervenções integradas no manejo clínico da condição.
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