A proposta da Huaxin pela unidade de cimentos da CSN enfrenta oposição da Holcim, acionista da chinesa, enquanto outros players avaliam o ativo.
A tentativa da chinesa Huaxin Cement de comprar a divisão de cimentos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) enfrenta um entrave estratégico. A Holcim, que detém 42% da Huaxin, manifestou oposição à transação, complicando o avanço da oferta. O movimento da CSN integra uma estratégia de desinvestimento de ativos não essenciais para reduzir a alavancagem financeira da companhia. O processo, assessorado pelo Morgan Stanley, conta com a concorrência de outros grupos, como Votorantim S.A., Sinoma International e Polimix Concreto Ltda., com propostas vinculantes previstas para o início de agosto. Paralelamente, a siderúrgica avalia a venda de participações em unidades de infraestrutura e logística, contando com o suporte do Citigroup e do Banco Bradesco para otimizar seu balanço.
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