Relatório do BID aponta alta nas vendas para a China, enquanto os EUA seguem como principal destino comercial da região.
O comércio exterior da América Latina apresentou um crescimento de 16% no primeiro trimestre de 2026, impulsionado por uma demanda robusta da China, que registrou um aumento de 25% nas importações da região. Apesar do avanço chinês, os Estados Unidos permanecem como o principal parceiro comercial latino-americano, beneficiados pela integração econômica com o México e países da América Central. O cenário, contudo, é marcado por desafios logísticos e incertezas geopolíticas, com a escalada de tensões envolvendo EUA, Israel e Irã pressionando os custos de fretes e combustíveis. Em meio a essa volatilidade, o ouro valorizou 64% no quadrimestre, atuando como um ativo de refúgio para investidores. Paralelamente, a Venezuela registrou uma queda de 8,7% em suas exportações, impactada pela rigorosa supervisão norte-americana sobre o setor petrolífero local.
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