Investigação aponta que vítima não estava conectada a equipamentos de segurança; três funcionários foram presos por homicídio com dolo eventual.
A Polícia Civil de São Paulo aprofunda as investigações sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um evento de rope jumping realizado na Ponte do Esqueleto. A perícia técnica confirmou que a jovem foi lançada sem estar conectada a qualquer um dos dois sistemas de segurança obrigatórios. Três funcionários da empresa responsável pelo evento foram presos em flagrante e o caso é tratado como homicídio com dolo eventual, sob o entendimento de que os organizadores assumiram o risco de causar a morte ao negligenciarem protocolos básicos. Após o acidente, os suspeitos tentaram fugir e trocar de roupa para evitar a identificação, mas foram detidos pelas autoridades locais. A Polícia Civil agora busca esclarecer o desaparecimento de uma câmera que a vítima utilizava no momento da queda, item que pode ser crucial para determinar a dinâmica exata da falha operacional. Em depoimento, os investigados alegaram não se recordar de quem era a responsabilidade pela instalação ou fiscalização dos equipamentos no momento do salto. Enquanto a defesa sustenta que os funcionários estão em estado de choque e que a empresa nunca havia registrado incidentes anteriores, o inquérito segue para apurar a extensão da negligência e a conformidade técnica da operação. O episódio reacende o debate sobre a fiscalização de esportes radicais no Brasil e a necessidade de protocolos rigorosos de checagem.
InfoMoney • 15 jun, 17:11
BBC Brasil • 15 jun, 15:21
ABC News US World • 15 jun, 14:33
15 jun, 18:01
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14 jun, 11:01
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