Prefeitura de Limeira processará União após morte em rope jumping
Jovem morre ao cair de ponte em Limeira por falha de segurança; prefeitura aciona União por omissão na fiscalização da estrutura.
Pontos principais
- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21, faleceu após queda de 40 metros por falha na conexão dos equipamentos.
- Três instrutores foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual.
- A Prefeitura de Limeira processará o governo federal, alegando omissão na manutenção da Ponte do Esqueleto.
- A Secretaria de Patrimônio da União informou que assumiu a jurisdição do local apenas em março de 2026.
- Especialistas apontam erro operacional grave, visto que a corda de segurança não foi conectada corretamente ao corpo da vítima.
A Prefeitura de Limeira anunciou que entrará com uma ação judicial contra a União, alegando omissão na manutenção e fiscalização da Ponte do Esqueleto. A medida ocorre após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que caiu de uma altura de 40 metros durante uma prática de rope jumping. Investigações preliminares indicam que o acidente foi causado por uma falha operacional, na qual a corda de segurança não foi devidamente conectada à vítima. Três instrutores foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual. Enquanto a prefeitura sustenta a responsabilidade federal pela estrutura, a Secretaria de Patrimônio da União declarou que a área passou para sua jurisdição apenas em março de 2026. O caso reacende o debate sobre a ausência de regulamentação específica para esportes radicais no Brasil e a gestão de áreas de risco.
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