Três são presos após morte de jovem em salto de rope jumping em Limeira
A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas em Limeira revela operação amadora e sem registro; três responsáveis foram presos pela Polícia Civil.
Pontos principais
- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu ao ser lançada da Ponte do Esqueleto sem estar conectada ao equipamento de segurança.
- A equipe responsável operava sem registro formal ou CNPJ, focando sua estratégia em viralização nas redes sociais.
- Três funcionários foram presos e a Polícia Civil investiga o caso como homicídio com dolo eventual.
- Investigadores buscam uma câmera GoPro que desapareceu do local logo após o acidente.
- Testemunhas relatam que a organização tentava transferir a responsabilidade por acidentes aos próprios participantes.
A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante uma atividade de rope jumping na Ponte do Esqueleto, em Limeira, resultou na prisão de três funcionários da equipe responsável. As investigações da Polícia Civil apontam que a operação era conduzida de forma amadora, sem registro formal ou CNPJ, priorizando a produção de conteúdo para redes sociais em detrimento da segurança. Imagens confirmam que a vítima foi lançada sem estar conectada ao sistema de ancoragem, configurando uma falha humana grave. O caso é tratado como homicídio com dolo eventual, enquanto autoridades buscam uma câmera GoPro que sumiu após o incidente. O episódio reacendeu o debate sobre a fiscalização de esportes de aventura, revelando que a organização tentava eximir-se de responsabilidades legais transferindo os riscos aos praticantes.
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