A PF considerou que o material apresentado pelo dono do Banco Master carece de elementos inéditos e apresenta inconsistências seletivas.
A Polícia Federal rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada por Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Segundo os investigadores, o material entregue pela defesa do banqueiro carece de elementos inéditos e apresenta inconsistências, sugerindo um caráter seletivo nas informações fornecidas. Entre os pontos de maior atrito, o documento incluía acusações de pagamentos de R$ 153 milhões ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, além de alterações nas versões sobre repasses ao senador Ciro Nogueira, que passaram a ser descritos como propina. O caso também abrange supostas irregularidades ligadas ao cartão Credcesta e ao PT na Bahia, citando o ex-ministro Rui Costa, embora sem apontar envolvimento direto. Apesar da negativa da PF, a Procuradoria-Geral da República (PGR) continua a análise do conteúdo, mantendo o caso sob investigação.
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