Nova emenda constitucional impede o retorno de Viktor Orban ao poder ao estabelecer um limite máximo de oito anos para o cargo de primeiro-ministro.
O parlamento da Hungria aprovou, nesta segunda-feira, uma emenda constitucional que limita o mandato de primeiros-ministros a um período máximo de oito anos. A decisão marca uma mudança significativa na estrutura política do país e cumpre uma das principais promessas de campanha do atual premiê, Peter Magyar, que conquistou uma maioria de dois terços nas eleições de abril. A medida tem como objetivo principal impedir o retorno de Viktor Orban ao cargo, consolidando as reformas iniciadas pela atual gestão. Além de estabelecer o limite temporal, a legislação busca reverter diversas normas e legislações implementadas durante o longo período em que Orban esteve no poder, sinalizando uma nova fase na governança húngara e um esforço para evitar a perpetuação de lideranças no Executivo nacional.
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