O pré-candidato Ronaldo Caiado classificou os juros atuais como abusivos e questionou a eficácia da política de renegociação de dívidas do governo.
Durante o VEJA Fórum Rumos do Brasil, o pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado teceu críticas severas à política econômica do governo federal. O foco principal de sua fala foi a taxa Selic, fixada em 14,75%, a qual ele classificou como juros de agiota, argumentando que o patamar atual prejudica o desenvolvimento do país e o poder de compra das famílias. Além da questão monetária, Caiado questionou a narrativa oficial sobre o programa Desenrola. Segundo o pré-candidato, o governo teria incentivado o endividamento da população antes de implementar as medidas de renegociação. A declaração ocorre em um momento em que o governo celebra a marca de R$ 20 bilhões em dívidas renegociadas pelo Desenrola 2.0, evidenciando o embate político sobre a eficácia e o timing das políticas de crédito adotadas pela gestão atual.
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