Anvisa libera parte dos produtos de limpeza da Ypê após inspeção
A Anvisa revogou a suspensão de detergentes, desinfetantes e lava-roupas da Ypê fabricados a partir de março e abril de 2026, mantendo restrições para lotes anteriores.
Pontos principais
- A Anvisa liberou a venda de detergentes e desinfetantes fabricados a partir de 1º de março de 2026.
- Lava-roupas líquidos da marca fabricados a partir de 1º de abril de 2026 também foram liberados após testes.
- Produtos fabricados entre janeiro e fevereiro de 2026 permanecem com venda e distribuição suspensas.
- A medida original foi motivada por 76 irregularidades na unidade de Amparo, incluindo a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa.
- A Ypê informou que está apresentando laudos de laboratórios autorizados para tentar a liberação dos lotes ainda retidos.
- A decisão reflete o monitoramento contínuo da agência sobre o cumprimento da RDC nº 47/2013 pela fabricante.
- Consumidores devem verificar a data de fabricação antes de utilizar os produtos da marca.
A Anvisa atualizou as restrições impostas aos produtos de limpeza da marca Ypê, revogando a suspensão de venda e uso de itens fabricados a partir de março e abril de 2026. Segundo a agência, detergentes e desinfetantes produzidos a partir de 1º de março, bem como lava-roupas líquidos fabricados a partir de 1º de abril, foram considerados em conformidade com as normas sanitárias após novos testes laboratoriais. No entanto, a proibição permanece em vigor para os lotes fabricados entre janeiro e fevereiro de 2026, que continuam sob análise devido a falhas de segurança identificadas anteriormente.
O caso teve origem em uma inspeção na unidade fabril de Amparo, que detectou 76 irregularidades operacionais, incluindo a contaminação pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, um patógeno que oferece riscos à saúde, especialmente para consumidores com sistema imunológico fragilizado. A Ypê declarou que está colaborando com o órgão regulador e apresentando laudos de laboratórios autorizados para comprovar a segurança dos lotes restantes. Enquanto a empresa busca a liberação total de seu estoque, a Anvisa mantém a vigilância sobre a unidade para garantir o cumprimento estrito da RDC nº 47/2013, orientando que os consumidores evitem o uso de produtos dos lotes ainda suspensos até que haja uma autorização formal.
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