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União e prefeitura de Limeira divergem sobre morte em ponte

Após morte de jovem em salto sem segurança, SPU e prefeitura de Limeira trocam acusações sobre a responsabilidade pela fiscalização da ponte.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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15/06 às 18:01

Pontos principais

  • Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu ao saltar sem equipamentos de segurança na Ponte do Esqueleto.
  • A Secretaria de Patrimônio da União afirma ter solicitado o bloqueio da estrutura ainda em 2024.
  • Empresários locais defendiam a reabertura do local para atividades de lazer.
  • Três homens foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual.
  • A prefeitura de Limeira planeja processar o governo federal alegando omissão na gestão da área.

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, desencadeou um embate jurídico e político entre a União e o governo municipal. Enquanto a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) sustenta que havia solicitado o bloqueio do local no ano passado, a prefeitura alega omissão federal e prepara uma ação judicial contra o órgão. A estrutura, que era alvo de disputas entre a necessidade de interdição e o interesse de empresários locais pela exploração turística, tornou-se palco de uma tragédia que levanta questões sobre a responsabilidade solidária na fiscalização de áreas públicas. Atualmente, três homens envolvidos na organização da atividade foram presos sob acusação de homicídio com dolo eventual, enquanto as autoridades buscam definir a competência definitiva sobre a segurança e o acesso ao local.

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