A montadora chinesa admite que a retomada da alíquota de 35% sobre kits de montagem pode pressionar os valores finais de seus veículos no Brasil.
A montadora chinesa BYD reconheceu que o retorno da alíquota de 35% do imposto de importação sobre kits de montagem de veículos, conhecidos como CKD e SKD, pode resultar em reajustes nos preços de seus modelos comercializados no Brasil. A medida altera o cenário competitivo para a marca, que tem investido fortemente na expansão de sua frota de elétricos e híbridos no mercado nacional. Com a nova carga tributária, a empresa enfrenta o desafio de equilibrar a manutenção de sua competitividade com a necessidade de preservar suas margens operacionais. O impacto direto dessa mudança tributária é um ponto de atenção para os consumidores, uma vez que a BYD tem buscado consolidar sua posição de liderança nas vendas de varejo no país, estratégia que agora dependerá da adaptação aos novos custos de importação impostos pelo governo.
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