O aumento no fluxo de transações durante eventos esportivos cria brechas para golpes, exigindo reforço na segurança digital de empresas e bancos.
A proximidade da Copa do Mundo, somada à rápida expansão do mercado de apostas esportivas no Brasil, colocou instituições financeiras e o varejo em estado de alerta contra o aumento de fraudes via Pix. Com a expectativa de movimentar R$ 4,32 bilhões apenas no varejo durante o torneio, o alto volume de transações e a urgência operacional facilitam a atuação de criminosos, que utilizam táticas como engenharia social e comprovantes falsificados para lesar consumidores e empresas. Diante desse cenário, especialistas recomendam que as companhias reforcem suas estratégias de segurança, priorizando a análise comportamental e o uso de ferramentas de inteligência artificial. Essas tecnologias permitem identificar movimentações suspeitas antes da conclusão do pagamento, mitigando riscos em um setor que movimenta bilhões mensalmente e exige proteção constante contra atividades ilícitas.
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