Fraudes envolvendo ingressos e produtos falsos crescem com o uso de inteligência artificial e a agilidade das transações via Pix.
O período que antecede a Copa do Mundo de 2026 tem registrado um salto expressivo nas tentativas de fraude contra consumidores brasileiros. Segundo dados do Procon-SP, o volume de reclamações cresceu significativamente entre março e maio, impulsionado pela sofisticação das técnicas criminosas. O uso de inteligência artificial tem permitido a criação rápida de páginas e anúncios falsos altamente realistas, facilitando a venda de ingressos e produtos inexistentes em redes sociais como Instagram, WhatsApp e Facebook. A preferência dos golpistas pelo Pix, devido à instantaneidade da transferência, tem sido um obstáculo crítico para a recuperação de valores pelas vítimas. Especialistas alertam que a cautela na verificação da reputação de vendedores e a desconfiança diante de ofertas com preços muito abaixo da média de mercado são medidas essenciais para evitar prejuízos financeiros durante o evento.
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