Analistas projetam impactos setoriais para a Copa de 2026, com varejo como principal beneficiado e oportunidades em turismo e transporte.
A aproximação da Copa do Mundo de 2026 tem gerado expectativas sobre o desempenho de diversos setores na Bolsa de Valores. O varejo desponta como o segmento com maior potencial de ganho, impulsionado pela venda de eletrônicos, como televisões, além de bebidas e itens esportivos, com empresas como Grupo SBF e Magazine Luiza sendo monitoradas por investidores. Em contrapartida, o setor de frigoríficos deve apresentar um efeito passageiro, onde o aumento no volume de vendas será mitigado por despesas operacionais e de marketing. Já para o setor de bens de capital, a expectativa é de estabilidade, sem impactos significativos na produtividade. No cenário global, a competição deve favorecer principalmente as indústrias de turismo, transporte e serviços de streaming, que se beneficiam diretamente do fluxo de visitantes e da audiência nos países-sede.
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