O TSE avalia mudanças nas normas para institutos de pesquisa após o setor movimentar R$ 40 milhões em sondagens para o pleito de 2026.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou discussões para endurecer as regras aplicadas aos institutos de pesquisa visando as eleições de 2026. A movimentação ocorre em um cenário onde o setor já contabiliza R$ 40 milhões em investimentos até maio. Sob a presidência de Kassio Nunes Marques, a Corte busca implementar critérios mais claros de metodologia e transparência, exigindo agora o registro prévio dos levantamentos e a identificação formal do estatístico responsável. A iniciativa ganhou força após o tribunal suspender a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel que indicava oscilação nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro. O objetivo dos ministros é garantir maior rigor na auditoria dos dados e na origem dos recursos que financiam essas sondagens, assegurando que o eleitorado tenha acesso a informações com maior controle de qualidade e imparcialidade durante o processo eleitoral.
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