Mehdi Taj foi impedido de entrar nos EUA por laços com a Guarda Revolucionária, forçando a seleção iraniana a se concentrar no México.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, teve seu pedido de visto para os Estados Unidos negado pelas autoridades americanas. A decisão fundamenta-se no histórico de Taj como integrante da Guarda Revolucionária do Irã, organização designada como terrorista pelo governo dos EUA. Como consequência direta, a seleção iraniana precisou alterar seu planejamento logístico para a Copa do Mundo, estabelecendo sua base de concentração em Tijuana, no México. O visto concedido aos atletas iranianos impõe restrições severas, proibindo pernoites em solo americano e obrigando a equipe a realizar deslocamentos diários para cumprir o cronograma de treinos e partidas. A situação reflete a complexidade das relações diplomáticas e o atual estado de tensão entre o Irã e forças dos EUA e Israel, que impacta diretamente a organização e a mobilidade das delegações esportivas durante o torneio.
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