Floriano de Azevedo Marques afirmou que a interrupção judicial de pesquisas eleitorais não é um evento comum, mas ocorre no cenário brasileiro.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Floriano de Azevedo Marques, abordou a atuação da Justiça em relação às pesquisas eleitorais, classificando a suspensão dessas divulgações como um evento que, embora não seja rotineiro, integra o histórico jurídico do país. A manifestação ocorreu após o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, determinar a suspensão de uma pesquisa do instituto Atlas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro. O caso será submetido à análise do plenário da Corte para deliberação definitiva. Azevedo Marques destacou a complexidade da função de 'juiz de propaganda' exercida pelos magistrados, que frequentemente lidam com contestações de candidatos. Para organizar o fluxo de trabalho, o presidente do TSE estabeleceu um grupo composto por ele mesmo e pelos ministros André Mendonça e Estela Aranha, responsáveis por conduzir as ações relacionadas à propaganda eleitoral durante o período.
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