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Marinheiro dos EUA é condenado a 44 anos por assassinato de colega

Jermiah Copeland recebeu sentença de 44 anos após confessar o homicídio de uma marinheira e crimes sexuais contra outras militares.

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Foto: The Guardian World
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10/06 às 08:02

Pontos principais

  • Jermiah Copeland foi sentenciado a 44 anos de prisão por um tribunal federal.
  • O réu confessou ter estrangulado até a morte a marinheira Angelina Resendiz.
  • Copeland admitiu agressão física contra outra mulher a bordo de um porta-aviões.
  • O condenado também foi considerado culpado por realizar gravações ilegais de uma terceira vítima.
  • Familiares da vítima assassinada pedem reformas na Marinha para proteger mulheres militares.

O marinheiro Jermiah Copeland foi condenado a 44 anos de prisão federal após confessar o assassinato da colega Angelina Resendiz, a quem estrangulou até a morte. Além do homicídio, o réu admitiu ter cometido uma série de crimes sexuais e de violência contra outras mulheres dentro da corporação, incluindo agressões físicas a bordo de um porta-aviões e a realização de gravações ilegais de uma terceira vítima. O caso gerou forte comoção e levantou questionamentos sobre a segurança de mulheres nas forças armadas dos Estados Unidos. Diante da gravidade dos episódios, a família de Resendiz tem pressionado o comando da Marinha por reformas estruturais que garantam maior proteção e rigor no combate ao assédio e à violência de gênero entre os militares, destacando a necessidade de mudanças nas políticas internas da instituição.

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