Uma mulher foi condenada à prisão perpétua sem direito à liberdade condicional nos Estados Unidos, após ser considerada culpada pelo assassinato de seu marido por envenenamento. O caso ganhou notoriedade internacional devido ao comportamento da ré após o crime, quando ela publicou um livro infantil destinado a ajudar crianças a processar o luto pela perda de entes queridos. A contradição entre a autoria da obra e a natureza do crime cometido foi um dos pontos centrais que chocaram a opinião pública durante o julgamento. Ao proferir a sentença, o juiz do caso afirmou que a mulher representa um risco elevado à segurança, sendo considerada perigosa demais para permanecer em liberdade. A decisão encerra um processo que destacou a frieza do crime e o uso da literatura como uma tentativa de encobrir a autoria do homicídio.
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