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Governo britânico mantém plano de restringir redes sociais a menores

O Reino Unido reafirmou que seguirá com restrições a redes sociais para menores de 16 anos, apesar da oposição formal da administração Trump.

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Foto: The Guardian World
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09/06 às 06:45 · atualizado 15:04

Pontos principais

  • A administração Trump enviou submissão formal ao Reino Unido contra a proibição de redes sociais para menores de 16 anos.
  • O governo dos EUA alega que a medida impõe um ônus desproporcional às empresas de tecnologia americanas.
  • A secretária de tecnologia britânica, Liz Kendall, declarou que o governo manterá o cronograma da regulação.
  • Autoridades britânicas reforçaram que a proteção de menores no ambiente digital é uma prioridade que supera a pressão diplomática.

O governo britânico reafirmou sua intenção de seguir com a proposta de restringir o acesso de menores de 16 anos a redes sociais, ignorando a pressão diplomática exercida pela administração do presidente Donald Trump. Em submissão formal enviada durante uma consulta pública, a Casa Branca argumentou que a medida impõe um ônus desproporcional às empresas de tecnologia americanas e criticou o uso de regulações genéricas que poderiam comprometer o modelo de negócios das plataformas digitais.

Apesar da intervenção da Embaixada dos EUA em Londres, a secretária de tecnologia do Reino Unido, Liz Kendall, declarou que o governo não está preocupado com as objeções americanas e mantém o compromisso com a nova legislação. A postura britânica sinaliza um conflito crescente entre a proteção de menores no ambiente online e a estratégia da gestão Trump de proteger os interesses econômicos das Big Techs contra regulações internacionais que limitem sua atuação global.

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