Núcleo da OPEP+ aprova quarta alta de cota seguida desde fechamento de Ormuz, 188 mil b/d em julho
De abril a junho, o grupo já liberou quase 600 mil barris/dia, mas Arábia Saudita e outros seguem incapazes de entregar a cota cheia desde fevereiro.
Pontos principais
- Sete países do núcleo da OPEP+ decidiram em 7 de junho aumentar cotas em 188 mil barris/dia a partir de julho
- Quarta alta seguida desde o fechamento do Estreito de Ormuz
- Alta de julho igual à de junho, ajustada para baixo dos 206 mil bpd de abril e maio depois da saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP
- De abril a junho o núcleo já liberou quase 600 mil barris/dia em quotas
- Vários produtores, incluindo Arábia Saudita, seguem incapazes de entregar a cota cheia desde o fim de fevereiro por causa do bloqueio em Ormuz
- Reunião plenária da OPEP+ no mesmo dia manteve a política global de produção vigente até o fim de 2026
Os sete países que formam o núcleo da OPEP+ aprovaram em 7 de junho a quarta alta de cota seguida desde o fechamento do Estreito de Ormuz, somando 188 mil barris/dia em julho. A alta de julho iguala a de junho, ajustada para baixo dos 206 mil bpd vigentes em abril e maio depois que os Emirados Árabes Unidos deixaram a OPEP após quase 60 anos. De abril a junho, o grupo já liberou quase 600 mil barris/dia, embora vários produtores — inclusive a Arábia Saudita — sigam incapazes de entregar a cota cheia desde fevereiro por causa do bloqueio em Ormuz.
Reunião plenária separada da OPEP+ no mesmo dia manteve a política de produção global em vigor até o fim de 2026, e o grupo confirmou que está conduzindo uma revisão de capacidade dos membros para servir de baseline em 2027.
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