A administração Trump desativou centenas de sensores oceânicos, gerando críticas de cientistas sobre o impacto na pesquisa climática global.
A administração do presidente Donald Trump determinou a remoção de centenas de instrumentos de monitoramento de águas profundas nos Estados Unidos, uma decisão que coincidiu com o Dia Mundial dos Oceanos. Os dispositivos, fundamentais para a coleta de dados sobre a temperatura e a saúde dos ecossistemas marinhos, eram utilizados por pesquisadores para rastrear os impactos das mudanças climáticas em tempo real. A medida provocou reações imediatas da comunidade científica internacional, que aponta a desativação como um retrocesso significativo para a ciência ambiental. Especialistas alertam que a interrupção abrupta do fluxo de informações compromete a capacidade global de compreender as transformações oceânicas a longo prazo. A ausência desses dados dificulta a formulação de políticas públicas baseadas em evidências, gerando incertezas sobre a preservação da biodiversidade marinha e a estabilidade climática futura.
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