A companhia aérea cortou 5% de seus voos para enfrentar a pressão nos custos operacionais e focar em rotas de maior rentabilidade.
A Azul Linhas Aéreas anunciou uma redução de 5% em sua malha aérea, movimento motivado pela escalada de 70% nos preços do querosene de aviação e pelos desafios estruturais do setor no Brasil. A empresa busca agora otimizar sua operação ao concentrar esforços em rotas de maior rentabilidade e no segmento de passageiros corporativos e premium. A estratégia também visa fortalecer a competitividade da companhia frente à aliança entre Delta e Latam, contando com o aporte de US$ 100 milhões de cada uma das parceiras American Airlines e United Airlines. O cenário é agravado por preocupações setoriais quanto à reforma tributária, com a Iata alertando que a implementação de um IVA de 26,5% sobre as passagens aéreas pode resultar em uma queda de 30% na demanda doméstica, pressionando ainda mais as margens de lucro das empresas que operam no país.
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