As ações da Azul (AZUL53) registraram alta de mais de 30% após a companhia anunciar sua saída do processo de recuperação judicial (Chapter 11) nos Estados Unidos. No entanto, no dia da notícia, os papéis fecharam em queda de 11,07%, cotados a R$ 208,99. Apesar da volatilidade, o Bradesco BBI revisou sua recomendação para a Azul de 'underperform' para 'neutra', estabelecendo um preço-alvo de R$ 273, reconhecendo os avanços da reestruturação.
A empresa concluiu a reestruturação financeira com um balanço patrimonial significativamente fortalecido, resultado de nove meses de negociações que reduziram aproximadamente US$ 2,5 bilhões em dívidas, incluindo US$ 1,1 bilhão em empréstimos e financiamentos, e o endividamento com arrendamentos em 40%. Durante o processo, a Azul conseguiu cortar os pagamentos anuais de juros em mais de 50% e os custos recorrentes com arrendamento em cerca de um terço. A reestruturação foi impulsionada por novos investimentos, como os US$ 100 milhões aportados pela American Airlines e pela United Airlines, cada uma adquirindo 8% das ações da Azul. Além disso, a companhia captou US$ 950 milhões em novos investimentos em ações e US$ 1,375 bilhão através da emissão de Notas Seniors. O Bradesco BBI, contudo, projeta um crescimento mais moderado para o Ebitda da Azul, de 6% ao ano, em comparação com 7% a 8% para seus concorrentes.
InfoMoney • 24 fev, 18:35
InfoMoney • 23 fev, 10:38
G1 - Economia • 23 fev, 09:34
3 mar, 08:02
25 fev, 20:02
20 fev, 08:01
18 fev, 14:01
11 fev, 14:04