Em 2000, um integrante do PCC sequestrou um voo da Vasp entre Foz do Iguaçu e Curitiba com o objetivo de roubar malotes bancários.
O sequestro do voo 280 da extinta companhia aérea Vasp, ocorrido em 16 de agosto de 2000, permanece como um marco na história da segurança pública brasileira. Durante o trajeto entre Foz do Iguaçu e Curitiba, um integrante da facção criminosa PCC assumiu o controle da aeronave com o objetivo de subtrair R$ 5 milhões em malotes bancários que eram transportados no compartimento de carga. O episódio expôs vulnerabilidades críticas nos protocolos de segurança da aviação civil daquele período. Além do impacto direto na operação da companhia, que já não atua mais no mercado, o caso ganhou notoriedade por envolver controvérsias judiciais relacionadas à soltura de criminosos por decisões de desembargadores, tornando-se um símbolo das discussões sobre o sistema prisional e a eficácia do combate ao crime organizado no Brasil no início dos anos 2000.
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