Fabricantes chinesas planejam expandir presença nos EUA até 2030, enfrentando barreiras tarifárias e pressões protecionistas do governo Trump.
As montadoras chinesas estão desenhando estratégias para ingressar no mercado americano de veículos elétricos até 2030, apesar do cenário de forte oposição política e barreiras tarifárias impostas pela gestão do presidente Donald Trump. O governo atual tem reforçado medidas protecionistas, incluindo exigências rigorosas de conteúdo local para veículos fabricados no México e Canadá, visando proteger a indústria doméstica. Em resposta, empresas como Ford, GM e Stellantis, que enfrentam desafios na transição para a eletrificação, consideram parcerias estratégicas com fabricantes chinesas para otimizar custos e tecnologia. A expectativa é que a entrada chinesa ocorra por meio de joint ventures ou da instalação de fábricas em solo norte-americano, o que pressiona a indústria local a acelerar sua adaptação tecnológica para manter a competitividade frente ao domínio chinês na cadeia de suprimentos global.
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