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Maria Garcia defende código de ética como proteção para magistrados

A jurista Maria Garcia, referência em direito constitucional, afirma que normas éticas são fundamentais para a legitimidade do Poder Judiciário.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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05/06 às 23:31

Pontos principais

  • Maria Garcia celebra 70 anos de carreira jurídica e 50 anos de docência em 2026.
  • A professora, aos 93 anos, defende que o código de ética atua como salvaguarda para a atuação dos juízes.
  • A jurista leciona na PUC-SP e é reconhecida como uma das principais vozes do direito constitucional no Brasil.
  • A entrevista reforça que a ética é um pilar essencial para a confiança pública nas instituições judiciais.

Em entrevista celebrando sete décadas de trajetória jurídica e meio século de docência, a professora Maria Garcia, de 93 anos, destacou o papel vital do código de ética na magistratura. Para a docente da PUC-SP, as normas de conduta não devem ser interpretadas apenas como restrições, mas como mecanismos de defesa que garantem a integridade e a legitimidade dos magistrados no exercício de suas funções. A reflexão da jurista ganha relevância em um momento em que a transparência e a conduta dos agentes públicos são temas centrais no debate sobre a credibilidade das instituições brasileiras. Ao longo de sua carreira, Garcia consolidou-se como uma das vozes mais respeitadas do direito constitucional, defendendo que a observância ética é o alicerce necessário para a manutenção do Estado de Direito e a confiança da sociedade no Poder Judiciário.

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