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Ativistas pressionam Reino Unido contra flexibilização de metas para EVs

Pressão por mudanças nas regras de veículos elétricos pode elevar emissões de CO2 em 17 milhões de toneladas até 2030, alertam grupos ambientais.

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Foto: The Guardian World
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06/06 às 07:31

Pontos principais

  • Flexibilização das metas de emissões pode gerar 17 milhões de toneladas extras de CO2 até 2030.
  • O aumento das emissões decorre de brechas que favorecem a venda de veículos híbridos plug-in.
  • Indústria automotiva solicita revisão nas metas anuais de venda de carros elétricos.
  • Ativistas pedem que o governo britânico mantenha a rigidez das regulamentações atuais.

Grupos de defesa do meio ambiente intensificaram a pressão sobre o governo britânico para que não enfraqueça as metas de venda de veículos elétricos (EVs). A preocupação central reside na possibilidade de que brechas regulatórias, que permitem uma maior comercialização de veículos híbridos plug-in (PHEVs), resultem em um aumento de 17 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera até 2030. Atualmente, as normas obrigam os fabricantes a elevar progressivamente a proporção de carros totalmente elétricos vendidos no mercado do Reino Unido. Enquanto setores da indústria automotiva defendem uma revisão das metas anuais, alegando dificuldades operacionais, ambientalistas argumentam que qualquer recuo comprometeria os compromissos climáticos do país. A manutenção das regras vigentes é vista como essencial para garantir a transição energética e evitar um retrocesso nas metas de descarbonização do setor de transportes britânico.

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