A petroquímica busca renegociar dívidas com credores focando em prazos e carência, sem prever injeção de capital ou conversão em ações.
A Braskem apresentou aos seus credores uma estratégia de reestruturação de dívida que descarta a injeção de capital pelos novos controladores ou a conversão de passivos em ações. Sob a gestão conjunta da Petrobras e da IG4 Capital, que assumiram o controle após a saída da Novonor, a petroquímica busca alternativas focadas na extensão de prazos, redução de taxas de juros e concessão de períodos de carência. O objetivo central é obter o respaldo necessário para iniciar um processo de recuperação extrajudicial antes dos vencimentos programados para julho. Paralelamente, a subsidiária Braskem Idesa negocia ajustes contratuais com a Pemex no México, enquanto a empresa estuda solicitar uma moratória de 90 dias caso consiga o apoio de um terço dos credores. A medida é vista como essencial para garantir a sustentabilidade financeira da companhia frente aos desafios de curto prazo.
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