O presidente Lula intensificou as críticas à política tarifária da gestão de Donald Trump, que impôs taxas de 25% sobre produtos brasileiros sob alegações envolvendo o PIX, desmatamento e combate ao trabalho forçado. Em resposta, o mandatário anunciou o envio de uma carta formal ao presidente americano para questionar as medidas. Lula reforçou que o Brasil não aceitará ser tratado como uma republiqueta e sinalizou que, caso a política tarifária persista, o país buscará novos parceiros comerciais para garantir a soberania nacional e o equilíbrio econômico.
Além da tensão comercial, o presidente direcionou críticas ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, classificando-o como um latino-americano frustrado que não teria apreço pela região. O atrito diplomático é agravado pela divulgação de um relatório americano que aponta práticas econômicas desleais do Brasil e pela inclusão de facções criminosas brasileiras na lista de organizações terroristas dos EUA, medida que o Planalto associa a pedidos de parlamentares da oposição. Lula também relembrou o golpe de 1964 para criticar o histórico de interferência de embaixadores americanos no país, enquanto o governo tenta equilibrar a crise externa com a agenda interna, que inclui a tramitação da PEC da escala 6x1 e a indicação de Jorge Messias para o STF.
InfoMoney • 3 jun, 12:45
Financial Times World • 3 jun, 12:13
Times Brasil • 3 jun, 11:29
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