Governo amplia Brasil Soberano para exportações aos EUA e Oriente Médio
Governo flexibiliza acesso ao crédito do BNDES, reduzindo de 5% para 1% a exigência de perda no faturamento para empresas exportadoras.
Pontos principais
- O programa Brasil Soberano teve suas regras de acesso flexibilizadas pelo governo federal.
- A exigência de perda mínima no faturamento para adesão ao crédito caiu de 5% para 1%.
- A medida foca em exportadores de bens industriais impactados por tarifas dos EUA ou conflitos no Oriente Médio.
- O BNDES já contabiliza R$ 6,7 bilhões em solicitações de crédito sob as novas condições.
- Empresas podem verificar a elegibilidade para capital de giro e inovação via plataforma Gov.br.
O governo federal ampliou o alcance do programa Brasil Soberano, operado pelo BNDES, para facilitar o acesso ao crédito de empresas exportadoras brasileiras. Por meio de uma portaria conjunta dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o critério de elegibilidade foi flexibilizado: a perda mínima de faturamento exigida para a adesão caiu de 5% para 1%. A mudança visa amparar exportadores de bens industriais e fornecedores diretamente afetados por tarifas impostas pelos Estados Unidos ou por instabilidades decorrentes de conflitos no Oriente Médio. O programa, que já registra R$ 6,7 bilhões em pedidos de financiamento, oferece suporte para capital de giro, inovação e expansão da capacidade produtiva. Interessados podem consultar a elegibilidade através da plataforma Gov.br, reforçando a estratégia do governo em mitigar impactos externos sobre o setor produtivo nacional.
Comentários
Carregando comentários...
