CEO da Pfizer afirma que câncer de pulmão pode se tornar doença crônica
Avanços em tratamentos oncológicos da Pfizer elevam taxas de sobrevivência e transformam cânceres letais em condições tratáveis de longo prazo.
Pontos principais
- O medicamento Lorbrena reduziu em 81% o risco de morte ou progressão em pacientes com câncer de pulmão.
- A taxa de sobrevivência em sete anos para pacientes com câncer de pulmão avançado saltou de 3% para 55%.
- Tratamentos para câncer colorretal e de próstata apresentaram redução de 56% no risco de morte ou progressão.
- Pacientes que utilizam as novas terapias relatam a manutenção de uma rotina ativa após uma década de tratamento.
O CEO da Pfizer, Albert Bourla, declarou que o setor farmacêutico atingiu um marco importante ao transformar tipos de câncer anteriormente letais em condições crônicas tratáveis. O progresso é impulsionado por terapias direcionadas, como o Lorbrena, que demonstrou eficácia significativa ao reduzir drasticamente o risco de progressão da doença em pacientes com câncer de pulmão. A evolução nos dados de sobrevivência, que subiram de 3% para 55% em um período de sete anos, reflete o impacto positivo de anos de pesquisa em moléculas específicas.
Além dos avanços no câncer de pulmão, resultados promissores foram observados em tratamentos para câncer colorretal e de próstata, com reduções expressivas na mortalidade. A disponibilidade dessas terapias no mercado já permite que pacientes mantenham uma qualidade de vida ativa por longos períodos, alterando o paradigma de cuidado oncológico global e oferecendo novas perspectivas para o manejo de doenças avançadas.
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