Um estudo recente do Federal Reserve de Nova York revelou que o modelo de trabalho remoto tem se tornado um entrave maior para a contratação de jovens recém-formados do que a ascensão da inteligência artificial. A pesquisa indica que a dificuldade em realizar treinamentos e mentorias à distância torna as empresas mais cautelosas ao integrar profissionais sem experiência prévia. Enquanto profissões que exigem presença física mantiveram níveis estáveis de contratação, setores com alta adesão ao home office registraram um aumento de 1 ponto percentual no desemprego juvenil entre 2017 e 2024. Dados de companhias da Fortune 500 corroboram a tendência, demonstrando que a contratação de inexperientes aumenta consideravelmente quando os escritórios operam em regime presencial. O cenário destaca um desafio estrutural para a nova geração de trabalhadores em um mercado cada vez mais digitalizado.
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