Auxílio tributário e linha de crédito de R$ 1 bilhão ajudam aéreas a enfrentar a alta nos custos com combustíveis.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que as recentes medidas de auxílio financeiro e tributário foram cruciais para sustentar a operação das companhias aéreas brasileiras. O setor enfrenta pressões constantes devido à volatilidade dos preços do combustível, que compõe cerca de 40% dos custos operacionais das empresas, um cenário agravado por tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã. Para mitigar esses impactos, o governo implementou a redução de impostos sobre o querosene de aviação e o adiamento de tarifas de navegação, além de liberar uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para o capital de giro. A relevância dessas ações reflete-se no desempenho do mercado, que registrou um crescimento expressivo no volume de passageiros, saltando de 98 milhões em 2023 para 130 milhões em 2025, demonstrando a recuperação e a resiliência da malha aérea nacional.
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