O Ministério de Minas e Energia concluiu um megaleilão de reserva de capacidade energética que movimentou R$ 515 bilhões, focando na expansão da matriz elétrica nacional. Contudo, a condução do certame gerou controvérsias ao ignorar recomendações técnicas apresentadas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) em 2023. Enquanto o estudo técnico sugeria o incentivo a tecnologias de armazenamento por baterias, o governo optou por priorizar a contratação de usinas termelétricas e hidrelétricas. A decisão levanta questionamentos sobre o alinhamento da política energética com metas de sustentabilidade e eficiência a longo prazo. O objetivo central do governo com a medida é assegurar a estabilidade do fornecimento de energia no país para os próximos anos, embora a escolha das fontes de geração continue sendo alvo de críticas por parte de especialistas do setor.
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