A deputada americana Sydney Kamlager-Dove formalizou um pedido para que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, preste esclarecimentos ao Congresso dos Estados Unidos sobre a política de preços e vendas de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. A parlamentar argumenta que a entidade estaria utilizando estratégias de precificação dinâmica para gerar escassez artificial, prática que ela classifica como extorsão contra os torcedores. O cenário é agravado por investigações já iniciadas pelos procuradores-gerais de Nova York e Nova Jersey sobre o modelo de comercialização adotado para o evento. Além da pressão legislativa, o caso ganha relevância política com o pedido de intervenção direcionado ao presidente Donald Trump. A preocupação é acentuada pela baixa procura observada para a partida de abertura, que ainda mantém milhares de entradas disponíveis, contrastando com os valores elevados que superam os patamares da edição de 2022.
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