Pela décima segunda semana consecutiva, o mercado financeiro revisou para cima as projeções de inflação para 2026, alcançando a marca de 5,09%. De acordo com o Boletim Focus, o movimento é impulsionado pela valorização do petróleo e pela pressão nos preços de alimentos, reflexo direto das tensões geopolíticas e da guerra no Oriente Médio. Apesar da pressão inflacionária que supera o teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, o cenário econômico apresenta resiliência, com um leve ajuste positivo na estimativa de crescimento do PIB, que passou para 1,90%, enquanto a projeção para o câmbio ao final de 2026 foi reduzida para R$ 5,16 por dólar.
Em relação à política monetária, a taxa Selic para o encerramento de 2026 foi mantida em 13,25% ao ano, refletindo a cautela dos agentes econômicos diante do cenário de incertezas externas. O Banco Central segue monitorando os impactos inflacionários, com o mercado atento aos próximos passos do Copom. Além das projeções para 2026, o levantamento trouxe atualizações para o horizonte de 2027, onde a expectativa para o IPCA avançou para 4,02%, enquanto a taxa básica de juros para o mesmo período permaneceu estável em 11,25% ao ano.
Agência Brasil - EBC • 1 jun, 09:39
Times Brasil • 1 jun, 09:24
InfoMoney • 1 jun, 08:32
25 mai, 09:03
25 mai, 09:01
18 mai, 09:01
13 abr, 09:01
6 abr, 09:01
Carregando comentários...