Confiança empresarial brasileira estabiliza em maio após quedas
O Índice de Confiança Empresarial atingiu 90,9 pontos em maio, interrompendo dois meses de recuo consecutivo segundo a FGV/Ibre.
Pontos principais
- O ICE registrou 90,9 pontos, sinalizando uma pausa na trajetória de queda observada nos meses anteriores.
- Os setores de Indústria e Serviços registraram alta, enquanto o Comércio recuou e a Construção manteve estabilidade.
- O Índice de Expectativas apresentou melhora, indicando uma acomodação do pessimismo entre os empresários.
- A média móvel trimestral recuou 0,5 ponto, mantendo o Índice da Situação Atual próximo aos 93 pontos pelo sexto mês.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), atingiu 90,9 pontos em maio, marcando um período de estabilidade após dois meses de declínio. O resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo nos setores de Indústria e Serviços, que compensaram a retração observada no Comércio e a estagnação na Construção. Embora o Índice de Expectativas tenha interrompido a sequência de quedas, sinalizando uma redução do pessimismo, a média móvel trimestral ainda aponta um leve recuo de 0,5 ponto. Especialistas ressaltam que o cenário permanece incerto, com a trajetória futura da confiança empresarial brasileira sendo fortemente influenciada por variáveis externas, como o desenrolar de conflitos no Oriente Médio. A estabilidade atual reflete um momento de cautela, com o Índice da Situação Atual mantendo-se em patamar constante pelo sexto mês consecutivo.
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