A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) adiou para 12 de junho a definição das novas diretrizes para o mercado de GLP. O objetivo central da reforma é fomentar a concorrência e reduzir as margens de lucro, permitindo que revendedores ofereçam botijões de diferentes marcas. Atualmente, o setor é altamente concentrado, com quatro grandes distribuidoras detendo aproximadamente 90% do mercado nacional. Para mitigar preocupações com a segurança e a rastreabilidade, a agência propõe a adoção de um sistema de controle eletrônico por número de série. Em resposta às críticas do Sindigás sobre a atuação do crime organizado na distribuição, a ANP reforçou que o combate a atividades ilícitas em áreas de risco é uma atribuição das forças policiais, e não uma responsabilidade regulatória da agência.
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