Eleição presidencial na Colômbia define futuro das relações com os EUA
Cerca de 41 milhões de colombianos votam neste domingo para escolher o sucessor de Gustavo Petro em meio a uma disputa polarizada.
Pontos principais
- O pleito define o sucessor de Gustavo Petro para o mandato de 2026 a 2030, com 11 candidatos na disputa.
- A eleição é marcada pelo contraste entre a política de 'paz total' do atual governo e propostas de maior rigor na segurança.
- A disputa opõe o governista Iván Cepeda aos candidatos da oposição, Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia.
- O processo conta com a supervisão de 1,5 mil observadores internacionais, incluindo a União Europeia e o Centro Carter.
- A relação diplomática com o governo Trump e o combate a grupos armados como o ELN são temas centrais do debate.
A Colômbia realiza neste domingo uma eleição presidencial decisiva, com mais de 41 milhões de eleitores aptos a definir o sucessor de Gustavo Petro para o período de 2026 a 2030. A disputa, que conta com 11 candidatos, coloca em lados opostos o governista Iván Cepeda e os nomes da oposição, como Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia. O pleito ocorre sob um clima de acentuada tensão diplomática com os Estados Unidos, alimentada por trocas de acusações entre Petro e o presidente Donald Trump, além de ser impactado pela recente absolvição do ex-presidente Álvaro Uribe.
O debate eleitoral é dominado pelo contraste entre a política de 'paz total' do atual governo e as propostas de austeridade e maior rigor na segurança pública. O país enfrenta desafios persistentes com grupos armados ilegais, como o ELN e dissidências das FARC, que ameaçam a estabilidade nacional. Para garantir a lisura do processo, cerca de 1,5 mil observadores internacionais, incluindo representantes da União Europeia e do Centro Carter, monitoram a votação em todo o território colombiano.
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