O Banco de Brasília (BRB) enfrenta uma crise de transparência após acumular 61 dias de atraso na entrega de seus balanços financeiros. O adiamento da prestação de contas, agora prevista apenas para o final de junho, coloca a instituição na mira do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além das multas que podem ultrapassar R$ 3 milhões, o banco descumpriu prazos para o envio de informações trimestrais de 2026, agravando a instabilidade institucional. O cenário é preocupante devido ao rombo estimado em R$ 8,8 bilhões, o que tem mobilizado parlamentares e órgãos de fiscalização do Distrito Federal. O Banco Central mantém um rigoroso arsenal regulatório, que varia de restrições operacionais até o Regime de Administração Especial Temporária (RAET), caso a situação de conformidade não seja regularizada prontamente.
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