Um professor universitário em Daejeon, na Coreia do Sul, foi oficialmente afastado de suas funções acadêmicas após proferir comentários misóginos durante uma aula. O docente, referido apenas pela letra B, afirmou que 80% das mulheres coreanas estariam envolvidas com prostituição, declaração que gerou forte reação e levou a uma investigação interna pela fundação da universidade. Como resultado do processo administrativo concluído na última sexta-feira, o professor foi proibido de lecionar, orientar estudantes ou prestar qualquer tipo de aconselhamento acadêmico. O caso destaca a crescente pressão sobre instituições de ensino sul-coreanas para coibir discursos de ódio e comportamentos sexistas em ambientes educacionais, reforçando a responsabilidade das universidades em manter padrões éticos e de respeito no convívio entre professores e alunos.
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