Peritos refutam tese de acidente doméstico no julgamento do caso Henry
Médicos-legistas confirmam que lesões em Henry Borel foram causadas por ações contundentes, descartando a versão de acidente doméstico da defesa.
Pontos principais
- O médico-legista Luiz Carlos Leal Prestes identificou 14 lesões no corpo da criança ocorridas antes do óbito.
- Peritos contestaram a tese da defesa de que a hemorragia teria sido provocada por manobras de ressuscitação.
- Laudos confirmaram traumatismos cranianos e contusões internas como causas determinantes da morte.
- Monique Medeiros foi dispensada da sessão após passar mal durante a exibição das fotos dos ferimentos.
Durante o julgamento do caso Henry Borel, médicos-legistas apresentaram depoimentos que refutam a tese de acidente doméstico sustentada pela defesa de Jairinho. Os especialistas Luiz Carlos Leal Prestes e Luiz Airton Saveedra de Paiva detalharam a existência de 14 lesões no corpo da criança, incluindo traumatismos na cabeça e contusões internas, que teriam ocorrido antes da morte. Os peritos descartaram a hipótese de que a hemorragia interna fosse resultado de manobras de ressuscitação, reforçando a tese de agressão por ação contundente. A sessão foi marcada por momentos de tensão, com a dispensa de Monique Medeiros após ela passar mal ao ver as imagens das lesões. A juíza responsável pelo caso também indeferiu um pedido da defesa que questionava a imparcialidade dos legistas, mantendo a validade dos laudos apresentados no tribunal.
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