Pediatra relata que Henry Borel chegou ao hospital sem sinais vitais
Depoimento em julgamento aponta que criança apresentava hematomas pelo corpo ao chegar à unidade de saúde, onde tentativas de reanimação falharam.
Pontos principais
- A pediatra Maria Cristina de Souza afirmou que Henry Borel chegou ao hospital tecnicamente morto.
- Exames iniciais realizados pela equipe médica identificaram marcas de agressão em diversas partes do corpo da criança.
- Manobras de reanimação foram executadas por quase duas horas a pedido do pai, Leniel Borel.
- A defesa de Dr. Jairinho conseguiu liminar para que seu interrogatório ocorra apenas após o depoimento de Monique Medeiros.
Durante o terceiro dia do julgamento do caso Henry Borel, a pediatra Maria Cristina de Souza prestou depoimento detalhando o estado da criança ao chegar ao hospital. Segundo a médica, o menino já não apresentava pulso e exibia hematomas visíveis, indicativos de agressão. A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de duas horas, atendendo a uma solicitação do pai, Leniel Borel, mas o óbito foi confirmado. O caso, que envolve o ex-vereador Jairo de Souza Júnior e Monique Medeiros, segue em fase de oitivas. Paralelamente, a defesa de Jairinho obteve uma liminar que garante ao réu o direito de ser interrogado somente após o depoimento de Monique, uma estratégia jurídica que visa assegurar a plenitude da defesa no processo.
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